sábado, 6 de abril de 2024

SÁBADO À NOITE - 06/04/2024


 Sábado à Noite...

         Ando com saudades de ouvir Madonna, talvez porque recentemente a segui nas Redes Sociais...
A música da Rainha do POP internacional embalou grande parte dos momentos da minha juventude!!!
Os amores, os dissabores...
A rebeldia da sua jaqueta de couro nos impulsionava a romper com o status quo e muitas de nós, usávamos seus adereços como identificação com o seu jeito punk pós-moderno, a desafiar os dogmas...um tanto quanto...pouco ordotoxa...
A sua lourice incomodava as morenas... Descolori meu cabelo quase preto, não como os de Merilyn, mas fui uma Roxette por algum tempo...
Sábado à noite, puxei do escritório o toca CD e busquei o único que tenho dela, seu sexto álbum, lançado em Outubro de 1994, POP and R&B, e fui para a Internet ouvir da crítica o que sabia por intuição,...longe de ser o seu melhor álbum, brincou em toadas românticas para aplacar o tsunami sexual das empreitadas anteriores,  mas afinal era Madonna... 
Serviu para chacoalhar o esqueleto e relembrar o quanto os nascidos nas décadas de 1960/70 tiveram o melhor da música Internacional e Brasileira, realmente tivemos o melhor de todos os tempos...
Vivemos a adolescência nos anos de 1980/90, bebendo em fontes tão significativas, que por vezes eram usadas no ensino médio ou cursinhos preparatórios para o Vestibular, tanto para análises sintáticas quanto para literárias...Quem nunca tentou decifrar Faroeste Caboclo ???
Os melhores anos da minha vida, embalados ao som de Madonna, uma inconteste quebradora de tabus...
Uma rebelde com causas e pautas percorridas quando ainda ninguém ousava...As que vieram depois que me perdoem, mas Madonna chegou quando tudo ainda era mato...
Enquanto escrevo, ouço as músicas, dançantes ou não, que acariciam meu corpo que absorve o impacto de se mexer na memória afetiva...
Ah, a música tem esse poder e Madonna pode, e deve, continuar sendo ouvida!!!
Ando com saudades de ouvir Madonna, de repente, ando procurando por Grace, desesperadamente !!!!!
 

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Outro Silva e seus 5 minutos de Fama...



Qual de nós já não passou madrugadas em claro ao lado do ficante, do namorado, marido ou amante, ou mesmo em farra com irmãos ou um pai aficionado??? para acompanhar uma corrida de Fórmula 1 ??? Atire a primeira pedra...quem nunca???
Fechamos parceria quando acompanhamos a cara metade e mergulhamos em um mundo atraídas pela disputa, pela velocidade e pela potência de uma competição que desencadeia verdadeira hipnose em nossos queridos!
Saudades do universo masculino!!!
Saudades também de um Silva que há décadas nos orgulhava pelo fato de sermos brasileiros e que ergueu nossa bandeira em diversos circuitos mundo afora!
O Silva de hoje, 14/11/2021, brincou com a nossa memória afetiva...tivemos uma vitória em Interlagos, uma bandeira brasileira solicitada para a grande volta da vitória e um Silva no pódio!!!
Ah, as ironias do destino...
Ah que peça nos pregam estas coincidências...
O Silva de hoje, trabalha para a Mercedes, coordenando o grupo de estratégias que deixa o piloto Lewis Hamilton munido de informações para tomada de decisão na hora da corrida. É quase um" como correr" em determinadas pistas, circunstâncias, prevendo o que se esperar, no que diz respeito ao que de fato pode acontecer... (como se isso fosse possível...em se tratando de F1).
Não há como não traçar um paralelo entre os Silva...( eu gosto disso ... ), o nosso maior, Ayrton Senna da Silva e o Ilustre des(conhecido) Leonardo Donizete da Silva, que entra para a história recente da fórmula 1, com a insistência que lhe permitiu conquistar um estágio ainda nos tempos da faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP, e hoje atuar na Equipe da Mercedes para a realização de um sonho, trabalhar na Fórmula 1!
Falando em sonho...a gente sonhou...
... sonhou que a vitória era nossa...
...sonhou que o banho de Champagne era pra gente... e foi...
...Acordamos (do sonho) felizes... com aquela sensação de Domingo, de ter escutado o Hino da Vitória.
Rolou uma lágrima aqui...
De Curitiba, Grace Teles
Postal convite para AYRTON SENNA EXHIBITION - LONDON, 8th - 20th April 1996, presente de Antonio Teles Jr.

domingo, 13 de junho de 2021

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Pois então...até parece que 2020 não existiu...

Lá vem textão...

Parece que eu estava sabendo...de certa forma sabia ...

A sensação era que eu pressentia algo e que esse algo que viria, não seria bom! Era como se fosse acabar não somente o ano...pensei, meu Deus, vou ficar doente e morrer...comecei fazer meus exames de rotina, buscando algum mal...

Sempre fui festeira e aguardava o Natal como uma criança... 2019 foi um ano ótimo e eu... simplesmente, não queria que acabasse, não queria que o Ano virasse, não queria o Ano Novo...não entendia a princípio e só fui entender quando março chegou junto àquele soco na boca do estômago...

Pandemia ...

Nos primeiros dias muito medo...medo de morrer, de perder quem amamos...de perder aquela vida boa que sempre tivemos...não temos tudo, mas nunca nos faltou!

O que fizemos e o que deixamos por fazer...os arrependimentos, os sobressaltos, as feridas do passado sangrando frente ao futuro que sequer poderia vir...

Sonhos interrompidos, planos...

Faculdade trancada, emprego, só faço o que aparece, perspectivas de retorno ao "normal" se esmorecem frente às novas cepas do vírus que não é letal, mas que pode ser, COVID-19 e que muda, sem pedir licença a qualquer dos reles mortais.

E o que fazer? Como agir? A gente surtou várias vezes, fizemos fuxico, lettering, a criatividade aflorou para romper com a insanidade à espreita, ali, naquela compra de supermercado... E QUANTO ÁLCOOL GEL NAS MÃOS... 

Baixamos a guarda, não os cuidados, mas a loucura em permanecer vivos...todos morreremos, um dia, de alguma coisa, claro que não queremos que seja agora, claro que ainda temos muito a fazer e viver...O que eu estou falando é da imensa pena que sentimos de nós mesmos...humanidade caída, ridicularizada por um vírus...

Tudo bem que não queremos, mas se adoecermos também estará tudo bem, na medida do impossível, de onde a graça de Deus possa nos alcançar...

Cada vez que lembro do insight que tive, penso como teria sido pior acaso não tivesse sido alertada por Deus...

Tudo bem que a filha se formou em Música e que o setor de eventos faleceu...a internet será a plataforma que receberá as Lives... e como houveram e ainda estão por vir... LIVES e mais LIVES... ficamos fartos do virtual, mas a vida de fato, corre por esta tela, que nos protege da contaminação!

Deus...esteve em cada front... revelou-se a nós Seu cuidado e proteção em meio a tantos perigos reais e imaginários... esteve, assim como está, no comando de tudo.

A família, por sorte,  ganha novo status de porto seguro, refúgio, adiando as antigas desavenças e cobrando visitas intermináveis que ( por ora não ocorrem)a menos que seja em nossos maiores e melhores anseios de poder conviver = viver com !!!

O toque, ...ah o toque, o de mãos, o de corpos, o abraço, que ganha a missão de nos manter em pé! Quanto colo pedimos, de quanto colo precisamos!

2020 deverá ser tirado do calendário? Esquecido? Jamais! Esse é o ano que nos colocou à prova, de vida, de risco, de tudo o quanto acreditamos e de quem realmente somos...e até do que somos capazes de suportar e superar...

Parece que em um ano só não cabe tanto aprendizado!!!

Eu não queria que acontecesse! Olhei para trás várias vezes, como a Mulher de Ló ( a da Bíblia ), ela mesma, que olhando para trás  perdeu a passagem para o futuro...

Não mais...o meu olhar volta-se adiante...para o alto e além!!!

Respiro fundo e vivo...aproveitando cada minuto, cada olhar, cada situação, retirando dela o néctar da vida, dádiva divina!

Ebenezer, expressão que significa " Até aqui nos ajudou o Senhor"...

...assim será o resto dos anos de nossas vidas!





Nós ...Amei ser uma personagem Disney

 


domingo, 6 de outubro de 2019

Então ???

Então...

Estive fora por algum tempo...mesmo isso não impediu que eu pensasse em quem não fui...ou em quem eu não estou sendo...
Eu voltei...agora pra ficar...

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Café com Bagagem



Criei este blog em 2010, no intuito de livrar-me das palavras com as quais não queria mais ficar...e assim tem sido, na ânsia de cumprir o que um espírito livre faz quando não dá conta de sua existência!!!

O entorno não coopera, quando a degradação do ser humano perde-se a tantos pareceres equivocados...
Torpe humanidade, ensandecida em seus delírios...

Saio distraída dos comentários, que não fazem sentido e que ecoam em paredões resistentes ao vento, a poeira e a tudo quanto não signifique...

Triste ver as ideias confiscadas, num arroubo tespestivo...

Pedi providências...e fico...a esperar

Grace Teles




sábado, 26 de dezembro de 2015

MERRY CHRISTMAS !


Oração a Deus
Voltaire
Não é mais aos homens que me dirijo, é a Ti, Deus de todos os seres, de todos os mundos e de todos os tempos. Se é permitido a frágeis criaturas perdidas na imensidão e imperceptíveis ao resto do Universo, ousar Te pedir alguma coisa, a Ti que tudo criaste, a Ti cujos decretos são imutáveis e eternos, digna-Te olhar com piedade os erros decorrentes de nossa natureza. Que esses erros não venham a ser nossas calamidades. Não nos destes um coração para nos odiarmos e mãos para nos matarmos.
Faz com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida difícil e passageira; que as pequenas diferenças entre as roupas que cobrem nossos corpos diminutos, entre nossas linguagens insuficientes, entre nossos costumes ridículos, entre nossas leis imperfeitas, entre nossas opiniões insensatas, entre nossas condições tão desproporcionadas a nossos olhos e tão iguais diante de Ti; que todas essas pequenas nuances que distinguem os átomos chamados homens não sejam sinais de ódio e perseguição; que os que ascendem velas em pleno meio-dia para Te celebrar suportem os que se contentam com a luz do Teu sol; que os que cobrem suas vestes com linho branco para dizer que devemos Te amar não detestem os que dizem a mesma coisa sob um manto de lã negra.
Que seja igual Te adorar num jargão formado de uma antiga língua, ou num jargão mais novo; que aqueles cuja roupa é tinjida de vermelho ou de violeta, que dominam sobre uma pequena porção de um montículo de lama deste mundo e que possuem alguns fragmentos arredondados de certo metal usufruam sem orgulho o que chamam de grandeza e riqueza, e que os outros não os invejem, pois Sabes que não há nessas vaidades nem o que invejar, nem do que se orgulhar.
Possam todos os homens lembrar-se de que são irmãos! Que abominem a tirania exercida sobre as almas, assim como execram o banditismo que toma pela força o fruto do trabalho e da indústria pacífica! Se os flagelos da guerra são inevitáveis, não nos odiemos, não nos dilaceremos uns aos outros em tempo de paz e empreguemos o instante de nossa existência para abençoar igualmente em mil línguas diversas, do Sião à Califórnia, Tua bondade que nos deu esse instante. ( Jornal Hoje também é cultura...! )

terça-feira, 28 de abril de 2015

Provocações - Não Entendo (Clarice Lispector) - Antonio Abujamra - 22/11...



Amava você declamando Clarice...


Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
Clarice Lispector LISPECTOR, C. A Descoberta do Mundo. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1984.



domingo, 25 de maio de 2014

Quando deixo a mente correr...

Tão bom e relevante é o exercício de correr frouxo o pensamento e elaborar, sem destino, um texto que valha a pena mencionar...ou não!
Toda vez que deixei isto acontecer foi como se um cenário mágico saísse de alguma janela ou de alguma memória, mas certamente de um arquivo, trazendo cheiros, sabores, doces lembranças de outros tempos que não os de agora.
Quando era mais nova reclamava mentalmente dos arroubos saudosistas dos mais velhos e adorava, como ainda adoro, sentar em rodas que despertem o filosofar ou o simples ócio criativo...Por vezes me pego com tanta saudades de tempos idos que logo me lembro como o gosto pelo que ainda estava por vir suplantava  o que já tinha se passado.
Nos assuntos cabem as teorias, os pareceres, as colocações, as simples opiniões, as histórias contadas e se na verdade não tiverem acontecido tal e qual, sempre soarão como verídicas.
O escritor/roteirista, classificou meu texto como hermético, razão pela qual não digeri até esta data, a nomenclatura selecionada para dispor sobre algo tão possível a um artista...Greta Garbo era hermética. Eu também posso em minha escrita, dizer o que roda na cabeça, mas que não faz sentido ao leitor, ou então, presentear-lhe com seu próprio entendimento e deixar-lhe links por conta de pura identificação.
É que às vezes, caro leitor, o que queremos mesmo é a companhia do barulho do teclado apressado, como que respondendo imediatamente ao meu mais novo questionamento!
Sou mulher de frases!!!
Sou mulher de histórias, com sentido ou não. inteligíveis ou não. Apreciadas ou não.Lidas ou não.
O que eu quero mesmo é...Botar meu bloco na rua, brincar...Botar pra "ferver" !!!!


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O ROUPÃO DO MEU PAI...



Já perceberam quanto de uma saudade fica em determinado objeto, que vira uma espécie de talismã, quando o guardamos em nossa memória, em uma caixa, ou até mesmo à vista para sempre tocar, numa espécie de conexão com o ente querido que partiu?
Em 2003 meu pai não resistiu a um tumor maligno, um câncer cerebral agressivo, categoria 4 numa escala de 1 a 5, glioblastoma multiforme e de lá para cá, muitas vezes fomos só saudades.
Incrível lembrar daquela figura tão querida e não derramar uma lágrima teimosa. Ou várias, se estamos em dias mais sensíveis.
Fato é que mesmo depois de sua partida, o roupão está lá quase incólume, colocado atrás da porta do banheiro. Minha mãe não o usa, mas o detém lá.
Neste ano de 2013 quase nos mudamos de São Paulo para o interior, então, doei muita coisa, mexi na casa inteira, e consegui me desvencilhar das garrafas das bebidas que ele gostava e que permaneceram, assim como o roupão, no mesmo local onde estavam, desde que ele se foi.
As garrafas de um bom whisky e de alguns licores foram destinadas a um bar que abriu na esquina da minha casa, e, sinceramente, achei que o roupão sairia daqui na mesma sacola pesada que levou outras peças para a Igreja. Não foi. Fui desautorizada. Respeitei. Assim como ele me ensinou o que é impor respeito.
Isto me faz lembrar de uma situação engraçada na qual estávamos eu, minha mãe e minha filha, quando ainda morávamos em Curitiba, em um apartamento que não era propriamente um térreo, tampouco um primeiro andar, ficando ali no limiar entre um e outro, em um dia bastante quente, no qual, a janela de fora estava apenas encostada, pela "segurança" que a grade exercia. Em dado momento, minha mãe aproximou-se da janela no intuito de fechá-la ou por algum pressentimento de que estava sendo vigiada e surpreendeu-se com um rapaz e gritou, imediatamente pelo nome do meu pai. - Antoninho! fechando a janela. E disse ainda: - Tem um rapaz aqui venha atender. E eu, na peça ao lado, sem exitar, busquei o meu grave mais possante para falar a frase que era dele: - E aí? O que é que há!?! A frase impôs respeito!!!! Na hora, o intruso desceu a pequena mureta que lhe permitiu o acesso e foi embora deixando-nos ali, as três, assustadíssimas. Hoje a gente ri quando chama o Toninho em algumas situações pra lembrar do ocorrido. 
Quantas vezes fazemos menção da presença logo quando a perda se dá. O tempo encarrega-se de amenizar a ausência imposta e a gente dá conta de resolver as pendengas, nem que seja, hilariamente, apelando para a criatividade do imaginário!!!
Certo é que pouco levamos, da mesma forma que muito deixamos. Deixamos não só nossos pertences, nossas caixas de recordação, nossos textos, nossos enfeites e nossas fotos. É fato que a ausência torna dolorosa a existência material de roupas e livros, caso existam, mas o maior que fica é a complexidade da personalidade, esta sim, muito mais rica e valiosa em todas as suas nuances.
Viramos muitas vezes uma caixinha de documentos e fotos. A grande maioria de anônimos deixa aos seus familiares seu legado e a alguns conhecidos seus, suas melhores ou piores lembranças.
Alguns outros deixam sua carreira, suas obras, dispondo-lhe uma ilusória imortalidade até que ninguém mais deles lembre-se, a despeito da genialidade presente em  sua existência.
Outros  tem o seu nome registrado na História e assim, pela tradição, pela cultura, pela informação, permeiam as eras para fazerem juz ao que foram em vida.
Toda essa conjectura a partir de uma peça de roupa, pendurada atrás da porta do banheiro, como a suplicar, que seu dono, imediatamente após a ducha viesse neste roupão aconchegar-se e viesse naquele cheiro bom de banho tomado nos deixar encerrar a cabeça nos seus ombros. Minha mãe o quer lá e eu, por anuência permitida, o deixo lá a me acariciar a memória afetiva.

Nós temos guardado o roupão do meu pai...






terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aos futuros mestres... com carinho!


Para futuros Pedagogos...

Os desafios são e sempre serão grandiosos.
Vão querer sufocá-los com as amarras do planejamento, do Projeto político-pedagógico, do Sistema, de egos insuflados que não reconhecem a verdadeira beleza do compartilhar...
Educar e ensinar são verbos que implicam em dividir, compartilhar, o que também implica em ser generoso e humilde.
Lembre-se que a coluna ereta lhe garante segurança, mas o nariz empinado só demonstra tua insegurança.
Seus alunos serão crianças, adolescentes, adultos, enfim, gente e ... gente, precisa de cuidado para crescer e aprender. Em época onde o discurso é humanizar a medicina, lembremo-nos nós de Reencantar a educação, exercendo uma pedagogia pautada por relações de afeto, procurando ao máximo, nos preparar da melhor forma possível, técnica e emocionalmente, para chegarmos até o aprendiz e lhes mediar os caminhos rumo a transformação de suas vidas!
É o meu desejo, que sejamos sempre a melhor lembrança e a melhor referência na vida das pessoas que cruzarem nossa caminhada!
Que a despeito das amarras, tenhamos sempre a liberdade de pensamento e expressão que nos são asseguradas por uma carta chamada Constituição.
E que o espaço da sala de aula seja compreendido e apreendido para dele fazermos o palco de nossas almas!

Feliz Dia do Professor!
15 de Outubro

Grace Teles


15 de Outubro - DIA DO PROFESSOR






domingo, 23 de junho de 2013

PÁTRIA AMADA BRASIL




I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!